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#Resenha: Scarpetta

"Afinal, era tudo culpa dela. A pobreza de sua família e a perda de seu pai. A infelicidade de sua mãe, a personalidade limítrofe e a extrema disfunção de sua irmã Dorothy, e todo o mal que ocorrera a Lucy."

O trecho faz parte do livro Scarpetta  que é o 16º livro da série de Kay Scarpetta, a médica legista criada pela brilhante autora de histórias policiais, Patricia Cornwell.


A anã Terri Bridges encontrada morta em seu apartamento em Nova York de uma forma brutal. Oscar Bane, seu namorado, é o principal suspeito do crime, mas nega ter cometido o assassinato. Oscar diz estar sendo espionado, por isso resolve se internar e pede para que a doutora Scarpetta o examine. A doutora ouve uma história muito estranha, mas continua acreditando no ex-namorado de Terri, mesmo indo contra a todas as suspeitas de seus colegas que acreditam que o Oscar é sim o responsável pela morte da anã.

Se toda essa investigação ainda não fosse suficiente para consumir a energia da médica, Scarpetta acaba virando praticamente uma celebridade por seus casos de repercussão nacional, e um colunista anônimo resolve publicar mentiras a seu respeito, fazendo com que antigos fantasmas venham a tona.


 Mundo a fora a série já vendeu mais de 100.000.000 unidades fazendo com que Scarpetta seja considerada um dos personagens femininos de histórias policiais mais conhecidos da atualidade e ainda serviu de inspiração para muitas séries de tv, como por exemplo CSI.

No Brasil o livro foi lançado pela editora Paralela, e é um prato cheio para os fãs de romances policiais que gostam de personagens femininas fortes e com atitude. São mais de 384 páginas de uma narrativa, que muitas vezes pode até ser um pouco lenta e arrastada, porém consegue nos manter concentrados e querendo saber tudo que vai acontecer com os personagens, até o final do livro.

Você encontra facilmente esse livro, ou os demais da série em sites de venda online como o Submarino ou Amazon.

Álisson Boeira

Fundador da Revistak7. Gaúcho que não gosta de churrasco e nem chimarrão. Apaixonado por todos os tipos de arte, principalmente as que causam arrepios na alma.

|@alissonfboeira

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