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Aprisionado no próprio corpo

Se ainda hoje em dia, pessoas que não se identificam com seus gêneros de nascimento sofrem diversos preconceitos diariamente, essa situação era muito pior para alguém que precisasse fazer a transição de gênero nos anos 1990, em um lugar como Israel.

Esse era o caso de Gil, que nasceu menino, porém sempre se sentiu estranho e desconfortável no próprio corpo, que ele não sentia ser seu. Lentamente, a transição foi ocorrendo e sua irmã fotógrafa, Rona Yefman, resolveu registrar todas essas mudanças físicas.

O projeto ganhou o nome de "Let it Bleed", e não é apenas mais uma série de fotografias documentando as mudanças de um garoto. As fotos são cheias de sensibilidade e poesia, traduzindo toda a dor de alguém que se sente aprisionado no próprio corpo.

"A câmera é uma ferramenta muito boa para o auto conhecimento, e ao tirar fotografias nós estamos nos descobrindo, criando personagens e contando uma história", conta a artista, que mais tarde, vi seu seu irmão Gil, voltar ao corpo masculino, já que segundo ele "o corpo feminino não é diferente da prisão do corpo masculino".

Confira:










Álisson Boeira

Fundador da Revistak7. Gaúcho, que vive no Mundo da Lua, e que não gosta de churrasco e nem chimarrão.

|@alissonfboeira

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