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Kings Of Convenience: Os Noruegueses mais Brasileiros do Mundo

Poucos conhecem essa dupla, duo, dois brothers das antigas que nasceram no mesmo ano (1975) e parecem irmãos "de sangue" ( Só não parecem gêmeos porque um é demasiadamente ruivo e alto - Eirik Bøe Glambæk - e o outro está mais pra francês - ou algo parecido, tem cabelos castanhos e se chama Erlend Tye ). Sim, os dois formam o Kings Of Conveniente, que já foi Skog ( floresta em norueguês ) quando tinham 16 anos, a formação incluía mais dois amigos e se tratava de uma banda de rock. Os bons sobreviveram e formaram o KOC*!


De Bergen, o ruivo chegou a morar no Brasil. Disse ter grande admiração pelo país e suas riquezas da natureza ( não falou do carnaval, mas gosta de futebol ). Acabou levando um pouco da música brasileira em sua bagagem de volta a Noruega, e Erlend também curtiu a tal da Bossa Nova!!!

E está aí o tal mistério do estilo desses dois em "Riot On An Empty Street" ( lançado em 21 de junho de 2004 pela Virgin Records ).


Uma mistura de folk, pop, bossa, "domingo a tarde preguiçoso", tarde vazia, cheia, Indie "alguma coisa"... Trata-se de um som calmo. Gostoso. Tanto para relaxar sozinho como acompanhado.

Um álbum perfeito para curtir os dias ensolarados e frios do outono de MEU DEOS de 2016!

Eles não derrapam no som, não oscilam nas faixas - desde Homesick a Gold in The Air of Summer - há uma única identidade, algo peculiar dos dois. Não aborrece! Da faixa mais calma, mantém essa leveza, mas aumenta para algo mais "feliz" ( talvez por isso não exista um estilo com nome que os defina ). Mas a última faixa The Buid-Up ( suspiros...) tem um solo vocal, a participação mais que especial da cantora Leslie Feist ( ou apenas Feist aos mais íntimos e fãs! ) - arrepia, tira o ar e deixa um gostinho de "Quero MUITO MAIS.


"Misread"e "I'd Rather Dance With You" chegaram ao topo das paradas na Europa e se você lançar no tio Google, até link da Billboard aparece com o nome da KOC.



 (Misread, onde eles batem uma bolinha no final do clipe)

Realmente, eles não são fracos. Para quem gosta de muita guitarra nem perca o tempo apertando o PLAY! O clipe, além de minimalista, super básico, é lindo e não parece ter um enorme investimento com produtoras audiovisuais - OUTRO NIVEL!


 (The Buil Up, para deixar qualquer um com raiva, pois é o fim)

Se você é curioso, garimpa na web ( adóóóro! ) e viaja com músicas que mexem com os sentidos, comece agora a ouvir esse álbum, salve em sua playlist diferenciada e sinta, viaje com o violão onipresente e as vozes ( do grave, agudo e falsete ) do moreno Erlend e a mescla com o ruivo Eirik.

Boa TRIP e deixe seu comentário sobre o som desses caras, mostre aos amigos no feicesbuks da vida e seja feliz!

Patrícia Hipólito

Comunicóloga por formação, curiosa e amante de produções audiovisuais, gosta do Spotify e vinis, adora a Netflix - mas tem uma coleção enorme de DVDs.

|@patihipolito

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