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Na pele que habito...

Lu Cong (Já falamos dele aqui) é um talento natural de Xangai, ao se deparar com seus esboços de anatomias do corpo humano a mente entra em transe, há quem diga que exista uma dança dos ventos na mente e no coração um poema libertário. 

O retorna ao natural, a aceitação, a liberdade corporal dos próprios movimentos, admiração de ser o que se é. E no fim das contas, por mais simples que sejam seus esboços comportamentais do corpo, ali está presente um caminho inverso ao declínio humano. 




















Taia Daujotas

Aconteço, não sei caber nas palavras, mania de poexistir.

|@serendipidadeee

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